Mestre Armand - Dominador BDSM em São Paulo - SP
Mestre Armand - Dominador BDSM em São Paulo - SP
Categoria: Corporate Slut / Hotwife / Public Exposure
Fernanda pertence a mim. Para o mundo corporativo de São Paulo, ela é a 'Dra. Fernanda': a profissional impecável, blindada atrás de um blazer de alfaiataria e de um smartphone que não para de tocar. Seja coordenando projetos complexos ou fechando contratos no Itaim, ela é a imagem da eficiência: fria, competente e inalcançável.
Mas, no silêncio do meu comando, essa fachada de gelo derrete. Eu sei que, por baixo daquela postura rígida de quem carrega a empresa nas costas, existe uma mulher exausta de ter que decidir tudo. Existe uma cadela submissa, desesperada para que alguém arranque aquele crachá do pescoço dela e diga exatamente o que fazer.
O que o marido e os sócios chamam de "hora extra", nós chamamos de Condicionamento. Minha satisfação não é protegê-la do estresse do mundo. É usar esse estresse contra ela. Ver a mulher que passa o dia exigindo perfeição da equipe se ajoelhando no chão para um estranho, servindo como uma estagiária sexual só porque eu mandei, é o ápice do meu poder.
O processo foi meticuloso. Desmontei a arrogância dela peça por peça, transformando a executiva intocável em um ativo de uso recreativo.
Tudo começou invadindo a rotina de escritório dela. A primeira ordem foi o controle remoto. Ela teve que entrar naquela reunião decisiva, numa sala de vidro cercada de clientes e sócios, vestindo seu terninho impecável, mas com um segredo pulsante entre as pernas: um vibrador conectado ao meu celular do outro lado da cidade.
Eu não precisava ver a apresentação do projeto para dominá-la. Eu sabia o horário exato em que ela estaria de pé, sendo o centro das atenções, forçada a manter a voz firme e a postura de autoridade.
Às 14h30, enviei uma mensagem para o Apple Watch no pulso dela: 'Sua vez de falar? Ótimo.' E ativei a vibração máxima.
Ela me contou depois que o mundo dela girou. Ela estava de pé, apontando para um gráfico de projeção, quando o zumbido silencioso, mas violento, começou. O suor frio desceu pelas costas. A voz dela vacilou por um milésimo de segundo, mas ela travou o maxilar e continuou.
Enquanto os sócios discutiam margens de lucro, ela lutava para não cair de joelhos. O tesão não era o prazer; era o terror. O medo de que o som fosse ouvido no silêncio do ar-condicionado, o medo de perder o fio da meada.
Quando a reunião acabou, ela correu para o banheiro executivo e me mandou um áudio, ofegante, quase chorando: 'Você quase me destruiu lá dentro... por favor, Mestre... faz de novo
O verdadeiro teste, no entanto, não poderia acontecer no apartamento dela. O risco de ser reconhecida pela portaria ou pelos vizinhos do condomínio era uma barreira para a entrega total. Por isso, aluguei uma casa discreta e murada por uma noite. Um terreno neutro, sem câmeras, sem julgamentos.
Ela estava lá, sozinha, aguardando minhas ordens pelo telefone. Mandei que ela pedisse comida. Quando o entregador do iFood chegou ao portão, dei o comando fatídico pelo ponto eletrônico:
— 'Diga a ele para entrar. Fale no interfone que você tem uma nota de R$ 50,00 de gorjeta para ele, mas que ele precisa vir buscar na porta da sala.'
Ela hesitou. O coração dela batia tão forte que eu podia ouvir a respiração falhar do outro lado da linha. Eu fui cirúrgico:
— 'Você está vestindo apenas essa lingerie transparente. Se ele não vir a sua buceta hoje, você não me vê nunca mais. Abra a porta.'
A ganância pela gorjeta fez o rapaz subir a rampa da garagem sem pensar duas vezes. Ela destrancou a porta. Não havia roupão, não havia proteção. Apenas ela, a mulher mais poderosa da Faria Lima, exposta como um objeto na soleira da porta.
Ela me relatou depois, com a voz embargada de uma mistura de vergonha e tesão incontrolável:
'Mestre... ele travou. O rapaz era simples, estava com a capa de chuva úmida e o capacete no braço. Ele esperava pegar o dinheiro e ir embora, mas quando me viu... ele parou de respirar. O cheiro de rua, de escapamento e de suor dele invadiu a entrada da casa chique. Ele não olhou no meu rosto. Ele ficou encarando meus seios, minha calcinha minúscula... ele percebeu na hora que eu estava ali para ser olhada. Ele sabia que eu estava dando mole. Eu me senti suja, diminuída... um pedaço de carne ofertado na bandeja.'
Naquele momento, diante do olhar faminto de um desconhecido que ela jamais olharia na rua, a Dama da Sociedade morreu. Nasceu a minha Puta.
Antes de entregá-la fisicamente, eu precisava quebrar a barreira do público. Enviei a missão numa quinta-feira de trânsito caótico em São Paulo:
Missão Solo: "Entre no seu carro agora. Vá para a Marginal Pinheiros, no horário de pico. Tire a calcinha e jogue no banco do passageiro. Abra os vidros. Enquanto os carros e motos passam devagar ao seu lado, quero que você acaricie sua buceta. Não se esconda. Deixe que o motorista do caminhão ao lado te veja. Deixe que o motoqueiro olhe para dentro. Você é uma exibicionista. Sinta o medo de ser reconhecida misturado com o prazer de ser vista."
Ela dirigiu por 40 minutos com a mão entre as pernas, o rosto queimando de vergonha e prazer, sendo observada por estranhos no engarrafamento. Ela chegou ao nosso ponto de encontro pingando. Estava pronta.
A missão final daquela noite foi transformar o transporte de luxo em nosso playground. A ordem foi clara: 'Desça agora. Há um carro preto parado na esquina. Entre no banco da frente. Não fale nada.' Ela entrou tremendo. O motorista, um homem de terno, ombros largos, não olhou para ela. Eu estava no ponto eletrônico em seu ouvido: 'Abra as pernas. Agora.' Enquanto o carro cortava a Marginal Pinheiros, ela se expôs. O motorista permaneceu imóvel, profissional, mas sua respiração pesou. Quando pararam em uma rua deserta, a máscara caiu. Ele a tocou sob minha ordem. Ela o serviu ali, no banco de couro, achando que estava se entregando a um desconhecido perigoso. Só depois, quando ela estava recomposta e chorando de adrenalina, eu revelei: o motorista era meu homem de confiança. O carro era meu. O perigo era real para a mente dela, mas a segurança física dela nunca saiu das minhas mãos. É assim que eu opero: eu crio o abismo, mas eu seguro a corda...
O clímax real não foi o sexo; foi a volta para a realidade. A missão estava cumprida. Ela desceu do carro de aplicativo na porta do seu prédio, ajeitando a saia lápis e tentando compor a postura de "Dra. Fernanda". Ela subiu pelo elevador social, torcendo para não cruzar com nenhum vizinho. O porteiro a cumprimentou: "Boa noite, Dona Fernanda. Chegando tarde hoje?" Ela sorriu, educada, segurando a bolsa de notebook com força para esconder o tremor nas mãos. "Boa noite, Seu Zé. Dia longo no escritório."
A mentira excitava. Porque, por baixo da meia-calça fina de marca, o sêmen do motorista (ou do estranho que eu ordenei que ela encontrasse) escorria quente e viscoso, misturado ao suor do dia, "colando" as coxas uma na outra a cada passo que ela dava no corredor de mármore.
Ela entrou em casa. O marido estava no sofá, com a gravata frouxa, assistindo às notícias do mercado financeiro na TV. A cena doméstica perfeita. Ela deu um selinho nele, prendendo a respiração, sentindo o cheiro de couro sintético barato e testosterona de outro homem ainda impregnado no próprio nariz e no cabelo. Ele perguntou, cansado, sem tirar os olhos da tela: "O trânsito estava ruim na volta, amor?"
Ela foi direto para o banho, sentindo o líquido escorrer pela perna assim que tirou o salto alto. Olhou-se no espelho, viu o batom levemente borrado — um detalhe que o porteiro viu, mas o marido não notou — e sorriu com aquele olhar de cumplicidade suja que só quem pertence a mim tem. "Horrível, querido. A Marginal estava parada... mas eu achei um jeito de relaxar no caminho."
Categoria: Bachelor Party / Bareback / Public Humiliation / Hotwife
A Fernanda é arquiteta, esposa dedicada e workaholic. Quando o marido avisou na quinta-feira que viajaria a negócios, ela me ligou, tensa, precisando de uma folga mental. Eu disse: "Tenho um trabalho pra você. O dono de um casa de luxo no Alto Capivari quer vender o imóvel e preciso da sua avaliação técnica. Suba a serra na sexta." Ela foi, sentindo-se importante, profissional.
Ao estacionar o carro na frente do chalé de vidro, ela estranhou. Havia três SUVs pretas na porta e o som estava alto. Quando ela entrou, a casa não estava vazia para uma vistoria. Havia um bar montado na sala, um Bartender servindo drinks e 10 rapazes bonitos, bem-sucedidos, rindo e bebendo. Era uma Despedida de Solteiro de alto padrão. No canto, duas mulheres maravilhosas GPs de luxo contratadas conversavam. Fernanda travou na porta, segurando sua pasta de trabalho, sentindo-se deslocada no terninho sério. Eu fui até ela, tirei o blazer dela e sussurrei no ouvido: — "Hoje não tem avaliação, Fernanda. O noivo é meu amigo. E você não é a convidada. Você é o presente."
I. O Striptease (A Seleção Natural) Não deixei ela raciocinar. Dei um copo de Gin tônica forte na mão dela e a puxei para o centro. — "Rapazes, a atração principal chegou!" — anunciei. Os caras aplaudiram, assobiaram com respeito e tesão: "Nossa, que mulherão", "Essa é a tal arquiteta? Que espetáculo". O ego dela inflou. Ela não estava sendo tratada como lixo, mas como uma deusa. Ordenei que as três fizessem um striptease. As duas GPs dançavam com técnica, frias. A Fernanda, incentivada pelos gritos e pelo álcool que subiu rápido, se soltou. O lado "vadia reprimida" acordou. Ela tirou a roupa de grife peça por peça, dançando de um jeito desengonçado, mas real, sujo. Quando ficou nua de salto alto, foi a mais aplaudida.
II. O Leilão da "Sem Capa" Quando as três estavam nuas, pedi silêncio: — "Senhores, o cardápio é o seguinte: A Jessica e a Amanda são profissionais. Programa completo, mas seguem o protocolo: apenas com camisinha." Apontei para a Fernanda, que estava ofegante, suada, segurando o copo. — "Mas essa aqui... a Fernanda... é minha submissa. E ela é a mais puta das três. Ela é a única que aceita fazer sem camisinha (no pelo) por um valor extra. Ela adora sentir o leite quente encher o útero."
O clima na sala mudou. O tesão ficou denso. — "Mas é seguro?" — um perguntou. — "Eu exigi o exame de IST de vocês. Cinco me mandaram o negativo. Só esses cinco 'premiados' têm o direito de gozar dentro dela. O resto, usem capa ou fiquem com as outras." Fernanda ouviu aquilo e sorriu, bêbada. Ser anunciada como a "mais suja", a que aceita o que as profissionais recusam, deu a ela um status distorcido de Rainha da Festa.
III. A Maratona (O Trabalho) A festa virou um bacanal. O Bartender não parava de encher o copo dela. A dinâmica era clara: transação comercial. O primeiro rapaz, um dos "aprovados", chegou nela, educado, cheirando a perfume importado: — "Com licença, Fernanda. Eu quero o pacote completo. 500 reais, pode ser?" Ele colocou as notas na mão dela. Fernanda, a mulher que ganha 30 mil por mês no escritório, segurou aquelas notas de 100 reais tremendo de excitação. — "Vamos subir, querido" — ela disse, docilmente. Eles subiram para a suíte principal. 20 minutos depois, ela desceu. Cabelo bagunçado, batom borrado... e com a porra dele escorrendo pela perna nua. Ela guardou o dinheiro na bolsa e foi direto pegar outro drink.
Logo veio o segundo. Depois o terceiro. Ela virou a atração da casa. Enquanto as GPs ficavam entediadas no sofá, a Fernanda não parava. Ela subia, era fodida no pelo, gemia alto para a casa ouvir, recebia o leite, pegava o dinheiro, descia, bebia mais. Ela estava rindo, sendo tratada como uma "puta de luxo" pelos caras, que eram gentis, davam tapinhas na bunda dela, diziam "Você é deliciosa", "Melhor foda da minha vida". Ela nunca se sentiu tão poderosa e tão lixo ao mesmo tempo.
IV. A Gorjeta da Casa (O Fim de Festa) Lá pelas 3 da manhã, os convidados já estavam bêbados, jogando cartas ou dormindo. Fernanda estava no bar, apoiada no balcão, tonta, a barriga estufada com o sêmen de cinco homens. Eu olhei para o Bartender, um rapaz forte que passou a noite servindo calado, vendo tudo. — "Pausa no serviço, garoto. Vem cá." Colocamos a Fernanda deitada no balcão de madeira rústica, de bruços. — "Agora é a gorjeta da equipe" — eu disse. Eu e o Bartender a usamos ali mesmo. Sem dinheiro, sem negociação. Fizemos o Fondue de Porra nela. Gozamos nas costas, na bunda, misturando com o gin que estava derramado no balcão. O Bartender, que a viu chegar bancando a "Dama Arquiteta", agora limpava o pau no cabelo dela. Ela gemia baixo, adorando ser rebaixada a "lixo do staff" depois de ter sido a estrela dos milionários.
V. O Retorno (O Saldo) Domingo à tarde. A volta para a realidade. Ela dirigia o próprio carro na descida da serra, de óculos escuros para esconder a ressaca moral. A bolsa dela, no banco do carona, estava cheia de notas amassadas de dinheiro, misturadas com o batom e o celular. Por baixo da calça de alfaiataria, ela estava sem calcinha. O "leitinho" da despedida de solteiro continuava lá dentro, escorrendo a cada curva, lembrando-a de que ela tinha sido a puta mais barata e mais usada de Campos do Jordão.
O marido ligou: "Amor, cheguei de viagem. Como foi o trabalho na serra?" Ela olhou para o maço de dinheiro sujo na bolsa, sentiu a umidade entre as pernas e respondeu: "Foi muito... lucrativo, querido. A clientela adorou o meu serviço."